A Verdadeira Elegância Consiste em Sermos Humanos


Exerça a verdadeira elegância e faça a diferença.

“Irmãos abraçai-vos uns aos outros”. Quando e sob quais condições conseguimos nos abraçar sem reservas, enquanto “irmãos”?

Com tantas calamidades pelo mundo, pessoas tentando sobreviver em condições subumanas, percebemos o quão frágil é o sentido de civilidade quando somos obrigados a disputar pelo básico para permanecermos vivos.

Ajudar, quando estamos em melhor situação é e, sempre, será nobilíssimo, além de nos fazer muito bem saber que, por nossa atuação, alguém teve seu sofrimento atenuado. Mas como fica quando “todos” estamos, em pé de igualdade, no flagelo? Dividimos o quase nada ou competimos pelo pouco?

Quando a disputa é por sobrevivência vemos um voltar-se contra o outro configurando a conhecida “lei do mais forte”. Embora estejamos na condição de “racional”, por estarmos tão distantes da nossa real condição de “humano”, em situações extremas, infelizmente, passamos ao largo da civilidade.

Fica a reflexão para todos nós, do quanto estamos nos capacitando emocionalmente para não perdermos o título de “seres humanos”? A História, ao longo dos tempos, vem corroborando o que a mídia nos traz, em domicilio, como nossa realidade.

Até onde estamos comprometidos com a “humanização” das nossas atitudes?

Um simples obrigado, uma palavra de estímulo ou um pedido de desculpas por termos causado qualquer inconveniente, independente de estarmos certos ou não. Afinal, o que importa? Ser feliz ou ter razão? Quantas vezes nos centramos, unicamente, na nossa realidade sem ao menos “perceber” a existência do outro?

“Quem não doa no pouco, muito menos doará no muito”, pois o que importa é a atitude. A nossa disposição para incluir a necessidade do outro na nossa realidade. Quantas vezes paramos o que estamos fazendo, independente de prazos e pendências, para perguntar se podemos ser úteis, ou para exercitar a gentileza, mesmo por um sorriso que seja.

Nunca é tarde para desenvolvermos novas habilidades. E isso só depende da cada um de nós. No ambiente de trabalho, com amigos ou mesmo na nossa casa, sem julgar pela ótica do merecimento, de que forma podemos avaliar nossas atitudes para gerar bons sentimentos naqueles com quem convivemos?

Sejamos nós os interessados em fazer acontecer diferente, pela garantia da “sustentabilidade emocional” e manutenção da civilidade no nosso espaço. A Verdadeira Elegância Consiste em “Sermos Humanos”, pois a realidade é que estamos todos juntos no mesmo barco!

Waleska Farias
Gestão de Carreira & Imagem

Deixe o seu comentário:

2 comentários: “A Verdadeira Elegância Consiste em Sermos Humanos”


  1. Ebrael Shaddai diz:

    Waleska,

    Minha primeira visita ao seu site!! Interessante seus apontamentos!! Ser irmão é jstamente isso: abraçar…mas abraçar como ser humano, como você diz. Abraçar com o sentimento mais puro, como das vezes que irmãos recém-nascidos brincam e se ajudam (embora hoje, a cultura já os faça entrar em “guerra” no berço mesmo).

    Ser como o Gandhi é elegante (não fashion), é peculiar sem ser extravagante, é um brilho vivo, e não um brilho vazio. Ser ativa como Madre Teresa de Calcutá é ser elegante, com os pés correndo ligeiros para aconchegar as crianças necessitadas, quase imperceptível pelo tamanho, mas não pela diferença que fazia seu olhar compreensivo.

    Parabéns por seu trabalho. Estou te seguindo no Twitter também!!

    Beijos,

    Ebrael.


  2. Nayara Pereira diz:

    Waleska,
    Este é um de seus artigos que eu mais gostei até hoje.
    Essa questão de SUSTENTABILIDADE EMOCIONAL é muito importante em todas as nossas relações, sejam elas dentro ou fora das organizações de trabalho. Ser humano é dar-se ao respeito, isso implica dizer que o meu direito começa quando termina o do outro. Quando vivermos essa realidade, tratando as pessoas pessoas da maneira como gostaríamos de ser tratados, digo mais, de uma maneira tão respeitosa que muitas vezes as pessoas nem façam por merecer, aí sim estaremos verdadeiramente ‘humanizando nossas atitudes’ como você diz. O que quero dizer, resumindo, é que devemos amar para vivermos de forma elegante, é preciso amar para ser humano… “Amar não é como você se sente em relação aos outros, mas como você se comporta em relação aos outros” (James Hunter - O Monge e o Executivo). Nossas atitudes nos permitem dizer quem verdadeiramente somos, e eu sinceramente não quero perder o direito de dizer que ’sou humana’!

    Obrigada por colaborar com o meu crescimento profissional e pessoal, por meio de seu trabalho! Parabéns pelo texto, tão encantador como todos escritos por você!

    Nayara C. G. Pereira
    Estudante de Administração de Empresas

E-mail: contato@waleskafarias.com.br - Tel:(21) 2137-6020 - Cel: (21) 9691-0992