Como ser “Emocionalmente Inteligente”?

“Qualquer um pode irritar-se, isso é fácil.
Mas irritar-se com a pessoa certa, na hora certa, da maneira certa e pelo motivo certo, decididamente, não é fácil.”

(Aristóteles)

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Manter-se no eixo e não agir de forma reativa ao que acontece à nossa volta, nos dias de hoje, torna-se um desafio cada vez mais freqüente. A cada episódio do nosso cotidiano, registramos padrões de comportamento reativo àquilo que não vem ao encontro das nossas expectativas. São pequenos desgastes diários por conflitos que se iniciam em casa e se estendem para eventos de trabalho e sociais, os quais assumem um vulto crescente, comprometendo nosso equilíbrio e tranqüilidade.

“Devemos ficar atentos às pessoas com QI acima da média que fracassam na conquista de boas posições, para percebermos que pessoas com QI moderado, mas com aptidões emocionais, sobressaem-se, conseguindo sucesso.”

São recorrentes os casos onde um pequeno incidente com um colega de trabalho ou familiar resulta em discussão acalorada ou brigas comprometedoras por pura falta de autocontrole dos envolvidos. Uma total falta de tolerância ao comportamento do outro. No geral, não mais nos detemos na avaliação do que está sendo dito ou na investigação do porque de determinadas posturas agressivas.  Agimos por impulso, de forma reativa.

Diante desse cenário, algumas aptidões pessoais, além das qualificações técnicas, passam a figurar como pré-requisitos básicos na avaliação das habilidades sociais e emocionais nos processos seletivos.  Capacidade de Autogestão das emoções, automotivação, determinação em atingir resultados, a despeito dos obstáculos, controle da ansiedade, comunicação clara e empatia às necessidades e expectativas do outro.

As empresas estão buscando, cada vez mais, recursos que possibilitem a investigação dos hábitos e comportamento de seus colaboradores, através dos quais possam identificar essas aptidões emocionais, no intuito de minimizar contratempos e preservar as relações no ambiente de trabalho. Afinal, profissionais satisfeitos são felizes, e, por conseqüência, mais produtivos, pois canalizam suas emoções para situações apropriadas, motivando as pessoas ao seu redor e ajudando-as a exercerem seus melhores talentos na realização de propósitos em comum.

Contate-nos sobre a programação para nosso próximo workshop  “Desenvolvimento de Equipes Emocionalmente Inteligentes” e beneficie-se das trocas vivenciadas em grupo. Faça das suas habilidades emocionais seu diferencial competitivo.


Waleska Farias

Gestão de Carreira & Imagem


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3 comentários: “Como ser “Emocionalmente Inteligente”?”


  1. Andrea diz:

    Nossa adorei!


  2. Daniel Fonseca diz:

    Gostei do artigo.
    Como tudo na vida, cada pessoa deve encontrar o seu lugar onde poderá ser mais bem aproveitada e desenvolver por inteiro o seu potencial.
    Cometerei duas indiscrições:

    1. Dizem os testes de QI e o meu histórico acadêmico (ESPM, FGV, ITA, HARVARD) que tenho uma capacidade intelectual bastante acima da média.

    2. Este mérito não me impediu de ter grandes dificuldades de encontrar o crescimento profissional dentro de grandes empresa. Fiz parte da equipe de pelo menos três das 500 maiores empresas brasileiras. Mas nunca fui competente o suficiente para galgar as promoções que eu tanto queria.
    Em geral, meu perfil e, provavelmente, a minha inteligência emocional me desfavoreceu sempre na disputa pelas promoções.

    Não sei bem ao certo se eu intimidava meus superiores com a minha arrogância intelectual. Afinal um subordinado que fale mais idiomas e que seja mais graduado que os chefes intimida. Mas isto seria transferir a responsabilidade. Prefiro que fique comigo.
    Quero crer que a culpa foi minha. Eu não soube transferir a confiança necessária para quem me liderava. Sempre fui responsável, sempre entreguei meus projetos, fui premiado, mas não me relacionava adequadamente com os meus superiores. Uma nítida incompetência da inteligência emocional.
    Com o tempo, fui amadurecendo e aprendi a aprender a superar minhas dificuldades. Desisti deste caminho, mudei para uma cidade com mais qualidade de vida e fundei a minha primeira empresa, a ACONTECE COMUNICAÇÃO. Nesta nova aventura busco reconhecer os talentos de cada um, compreendendo as diferenças e buscando adequar as funções aos talentos individuais.
    Hoje desenvolvemos um método próprio de valorização de talentos em função dos nossos clientes e atendemos diversos clientes nacionais a partir de Salvador.
    É isto. Sou testemunha que possível reaprender uma postura emocionalmente inteligente e reinventar o nosso caminho.


  3. Ana Marcelina Carvalho diz:

    Muito interessante e verdadeiro este artigo. Todo precisamos dessa inteligência emocional para trabalharmos com respeito ao próximo.

E-mail: contato@waleskafarias.com.br - Tel:(21) 2137-6020 - Cel: (21) 9861-4790