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	<title>Waleska Farias - Gestão de carreira e imagem</title>
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	<description>Gestão de carreira e imagem</description>
	<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 02:28:50 +0000</pubDate>
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		<title>A Empatia no Trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 23:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Boas relações no trabalho estimulam o desenvolvimento de talentos e ajudam a tirar o máximo proveito das habilidades e potencial de cada um.&#8221;
Empatia é um termo que se origina do termo grego empátheia, que significa &#8220;entrar no sentimento&#8221;. Diferente da simpatia, que acontece de forma espontânea, a empatia precisa ser desenvolvida. Ter empatia por alguém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Boas relações no trabalho estimulam o desenvolvimento de talentos e ajudam a tirar o máximo proveito das habilidades e potencial de cada um.&#8221;</strong></p>
<p>Empatia é um termo que se origina do termo grego empátheia, que significa &#8220;entrar no sentimento&#8221;. Diferente da simpatia, que acontece de forma espontânea, a empatia precisa ser desenvolvida. Ter empatia por alguém é, pois, entender emocionalmente essa pessoa; se identificar com ela de forma a apreender o seu modo de sentir e se manifestar.</p>
<p>Para desenvolver a empatia é necessário entender-se primeiramente, afinal, jamais será possível entender as emoções alheias sem antes entendermos as nossas próprias emoções. Depois é preciso que resguardemos nossos próprios valores e foquemos a atenção nos valores do outro buscando entender seu ponto de vista sem julgamentos. Isso não é tarefa fácil, afinal é como se por alguns momentos nos colocássemos a pensar como outra pessoa; e é exatamente isso! </p>
<p>Normalmente a pessoa nem acabou sua fala e nós já a interrompemos porque acreditamos que já entendemos o que queria dizer e já temos uma conclusão imediata sobre a pessoa estar “certa” ou “errada” diante das nossas próprias concepções. Esse é um dos motivos mais fortes para a desarmonia nos relacionamentos e, no caso do trabalho em equipe é um de seus maiores desarticuladores.  </p>
<p>Para que qualquer trabalho corporativo dê resultados positivos é imprescindível que haja coesão de idéias focadas nos objetivos traçados, pois se cada um movimentar-se do seu modo, dificilmente o resultado será o que se esperava.  Para tanto é preciso aprender a ouvir e, realmente, entender o significado das palavras, ou seja, as emoções que elas carregam. Aquele que consegue estabelecer um elo entre o que o outro sente e como ele se manifesta poderá incorporar uma conduta mais específica de ação, salvaguardando o sucesso do empreendimento. É por isso que os grandes líderes são invariavelmente empáticos. </p>
<p>Desenvolver a empatia na vida profissional é questão de sobrevivência, pois quem não se entende e, consequentemente, não entende o outro não se adéqua a uma corporação. É tão básico que se numa empresa, por exemplo, uma pessoa precisa de uma informação urgente e ela é empática, certamente conseguirá muito mais rapidamente do que outra que não possui essa habilidade. </p>
<p>A pessoa empática abre um canal que liga a sua mente com a de outra pessoa e, consequentemente, vai sentir-se compreendida e respeitada; assim formam-se os laços de confiança e colaboração; é um caminho de mão dupla. Boas relações estimulam o desenvolvimento de talentos e ajudam a tirar o máximo proveito das habilidades e potencial de cada um, fomentando a troca de informações e o diálogo aberto. </p>
<p>A empatia provoca essa receptividade na qual os componentes do trabalho passam a viver os princípios corporativos em suas ações e decisões. Desta forma todos têm a ganhar!</p>
<p>Suely Buriasco<br />
www.suelyburiasco.com.br</p>
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		<title>A teoria Revolucionária que define o que é ser inteligente</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 21:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

		<category><![CDATA[carreira]]></category>

		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>

		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

		<category><![CDATA[produtividade]]></category>

		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[A Inteligência Emocional no Trabalho
As pessoas com prática emocional bem desenvolvida têm mais probabilidade de se sentirem satisfeitas e de serem eficientes em suas vidas, dominando os hábitos mentais que fomentam sua produtividade; as que não conseguem exercer nenhum controle sobre sua vida emocional travam batalhas internas que sabotam a capacidade de concentração no trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Inteligência Emocional no Trabalho</strong></p>
<p><em><strong>As pessoas com prática emocional bem desenvolvida têm mais probabilidade de se sentirem satisfeitas e de serem eficientes em suas vidas, dominando os hábitos mentais que fomentam sua produtividade; as que não conseguem exercer nenhum controle sobre sua vida emocional travam batalhas internas que sabotam a capacidade de concentração no trabalho e de lucidez de pensamento. </strong></em></p>
<p><em><strong></strong></em><strong>(GOLEMAN, 2001, p. 49). </strong></p>
<p>Goleman  afirma que há uma baixa correlação entre sucesso e os índices de QI, já que a inteligência acadêmica não oferece praticamente nenhum preparo ou oportunidade para o que ocorre na vida (pessoal e/ou profissional). A cultura e as escolas privilegiam a aptidão em ãmbito acadêmico, ignorando a inteligência emocional, ou seja, o caráter, que também exerce papel fundamental no destino pessoal do ser humano. A aptidão emocional é, pois, uma metacapacidade que determina até onde se pode usar bem quaisquer outras aptidões que se tenha. Há indícios de que as pessoas emocionalmente competentes, as quais lidam bem com os próprios sentimentos, compreendem e levam em consideração os sentimentos do outro.</p>
<p><strong>É Importante salientar que as pessoas que têm a inteligência emocional bem desenvolvida, sentem-se satisfeitas e tendem a ser eficientes em sua vida pessoal e profissional, aumentando sua produtividade.</strong> Sabem gerenciar emoções, promover a cooperação, tomar decisões adequadas, desenvolver o autoconhecimento e ter empatia pessoal. São autoconfiantes e capazes de persistir num determinado objetivo, apesar dos percalços. Conseguem controlar impulsos e se mantêm em bom estado de espírito, não deixando que a ansiedade interfira em sua capacidade de raciocinar.</p>
<p>Para Goleman, utilizar bem a inteligência emocional é ter habilidade para o trabalho em equipe, exercitando constantemente o diálogo e a auto-análise. Sendo assim, a produção do indivíduo flui naturalmente, mantendo-o em equilíbrio consigo mesmo e com os demais. O QI (coeficiente de inteligência) não pode ser alterado, mas o QE (coeficiente emocional) pode ser aumentado, porque é aprendido<strong>. Sendo assim, atualmente, o que mais conta pontos na hora da contratação não é o QI, mas sim a inteligência emocional, ou seja, a pessoa que apresenta maior equilíbrio de suas emoções</strong>. Goleman garante que &#8220;Emoções em equilíbrio abrem portas&#8221; e afirma que a inteligência emocional é responsável pela competência que distingue os maiores líderes. Pessoas com qualidade de relacionamento humano têm mais chances de obter sucesso na vida.</p>
<p>Enfim, considerando estudos feitos por Goleman, a inteligência emocional é absolutamente vital para o bom desempenho e o sucesso profissional, razão pela qual é muito mais valiosa que o QI e as habilidades técnicas juntos. A base da inteligência pessoal é o autoconhecimento, por isso é necessário desenvolvê-la no âmbito pessoal para depois poder utilizar esse recurso interno nas relações sociais.<em> </em></p>
<p><em>Uma visão da natureza humana que ignore o poder das emoções é lamentavelmente míope. A própria denominação Homo Sapiens, a espécie pensante, é enganosa à luz do que hoje a ciência diz acerca do lugar que as emoções ocupam </em><em>em nossas vidas. Como</em><em> sabemos por experiência própria, quando se trata de moldar nossas decisões e ações, a emoção pesa tanto - e às vezes muito mais - quanto a razão. Fomos longe demais quando enfatizamos o valor e a importância do puramente racional - do que mede o QI - na vida humana. Para o bem ou para o mal, quando são as emoções que dominam, o intelecto não pode nos conduzir a lugar nenhum. </em>(GOLEMAN, 2001, p. 18).</p>
<p>Ainda segundo Goleman, para alcançar e entender a inteligência emocional são necessárias algumas aptidões básicas, como as descritas a seguir.</p>
<ul type="disc">
<li>É preciso <em>conhecer as próprias emoções. </em>Isso significa aprender a identificar e avaliar a intensidade dos sentimentos e definir até que ponto eles podem influenciar a si mesmo e os que fazem parte da convivência.</li>
<li>Ter <em>capacidade de empatia</em>, ou seja, conseguir se colocar no lugar do outro e conseguir sentir como o outro. Quanto mais aberto o sujeito estiver para suas próprias emoções, mais habilidade terá para decifrar os sentimentos dos outros.</li>
<li><em>Lidar com as emoções </em>significa saber identificar as próprias emoções e expressar sentimentos, sem reprimi-los, assim como aguardar o momento adequado para se expressar.</li>
<li><em>Reconhecer as emoções nos outros </em>é ser verdadeiro e reconhecer os próprios erros.</li>
<li><em>Saber se relacionar </em>é estar consciente do próprio estado emocional e estar em sintonia com o estado emocional do outro.</li>
</ul>
<p>As emoções foram sendo desenvolvidas e evoluindo conforme as necessidades de <em>sobrevivência </em>do ser humano, que é naturalmente dotado de um sistema interno de orientação, que o alerta e impulsiona a buscar a compensação, quando as necessidades naturais não são satisfeitas.</p>
<p>As emoções também colaboram para a <em>tomada de decisões, </em>afinal são uma grande fonte de informações. Estudos mostram que pessoas que estão com as conexões cerebrais danificadas, não podem tomar nem mesmo decisões simples, pois não sentem nada sobre suas escolhas. Por essa razão, o <em>ajuste de limites </em>se faz necessário para proteger a saúde física e mental do indivíduo. Quando o comportamento de alguém nos incomoda, nossas emoções nos alertam, por isso é importante aprender a confiar em nossas emoções e sensações, pois assim seremos capazes de ajustar nossos limites.</p>
<p>Quanto à <em>comunicação</em>, as emoções nos ajudam, a partir de nossas expressões (faciais, olhar), a sinalizar quando precisamos de ajuda. Em contrapartida, devemos ser eficientes também na compreensão dos problemas dos outros.</p>
<p>Quando se fala de <em>união, </em>percebe-se a importância das emoções, que são, talvez, a maior fonte potencial capaz de unir todos os membros da espécie humana.</p>
<p><em>Ref.: Revista InterSaberes - Janeiro/ Junho 2007 : Ano 2 - Número 3<br />
 Tit.: Inteligência emocional no trabalho<br />
 Autores.: Andréa Zocateli Guebur, Cleusa Aparecida Poletto, Daicy Maria Sipoly Vieira</em></p>
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		<title>Qual é o seu rótulo no mercado?</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 11:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Falta de sintonia nas equipes gera perda de tempo, dinheiro e talentos nas empresas.&#8221;
A esfera das relações e posturas no mercado profissional vive o seu melhor momento. Isso, graças ao crescimento das oportunidades, à necessidade reconhecida das empresas de desenvolver em seu time a inteligência emocional e ao espaço conquistado pela geração y. 
Mas, nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Falta de sintonia nas equipes gera perda de tempo, dinheiro e talentos nas empresas.&#8221;</strong></p>
<p>A esfera das relações e posturas no mercado profissional vive o seu melhor momento. Isso, graças ao crescimento das oportunidades, à necessidade reconhecida das empresas de desenvolver em seu time a inteligência emocional e ao espaço conquistado pela geração y. </p>
<p>Mas, nem tudo são flores quando se trata de mercado. Um velho hábito humano continua afetando a saúde, a mente, e claro, a produtividade dos profissionais no ambiente de trabalho. </p>
<p>Que hábito é esse?</p>
<p>Assim como os produtos expostos nas prateleiras e gôndolas de supermercados, todos nós também sofremos rótulos. Na maioria das vezes, eles são criados por nossos colegas, que através da nossa “embalagem” - aparência e comportamento - determinam a nossa marca, modo de usar, validade, contra indicações e componentes.</p>
<p>Essa atitude é comum a todos os ambientes pelos próprios desdobramentos das relações interpessoais nos processos de interação em grupo. Quem na infância não recebeu o rótulo de “nerd”, patricinha, mauricinho, esquisita ou de bagunceiro do fundão? </p>
<p>Mas esse tipo de conduta no trabalho pode afetar a saúde dos relacionamentos nas equipes. Simplesmente,  Porque o outro julga conhecer o colega sem, realmente, conhecer. Na verdade, apenas  criou um personagem superficial para compensar sua falta de interesse e motivação em conhecê-lo a fundo. Isso sempre envolve fatores relativos à competição, preconceito e egocentrismo.</p>
<p>Com a equipe fora de sintonia a empresa perde tempo, dinheiro e talentos.  Por isso, nada de rotular os colegas, independente de suas reações ou características. É importante não nos prendermos aos estereótipos, muito menos permitir que o outro crie para nós um rotulo, por sua visão particular, que não seja um reflexo real de nossa personalidade, percepção e postura. </p>
<p>Juliana Talala<br />
Jornalista, redatora publicitária e blogueira.</p>
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		<title>A Fórmula do Sucesso</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 23:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

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		<description><![CDATA[Pensando sobre o sucesso cheguei à conclusão de que existem três grupos de pessoas: Pessoas que têm sonhos, pessoas que têm sonhos e planos e pessoas que têm sonhos, planos e atitude.
Qual a diferença entre elas?
O primeiro grupo pode ser encontrado em todo lugar, todos nós, em sã consciência, temos sonhos dos mais variados tipos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pensando sobre o sucesso cheguei à conclusão de que existem três grupos de pessoas: Pessoas que têm sonhos, pessoas que têm sonhos e planos e pessoas que têm sonhos, planos e atitude.</p>
<p>Qual a diferença entre elas?</p>
<p>O primeiro grupo pode ser encontrado em todo lugar, todos nós, em sã consciência, temos sonhos dos mais variados tipos. Alguns querem comprar uma casa, outros querem tornar-se presidentes de empresa, outros sonham entrar em uma determinada Universidade, enfim, a coisa mais fácil é encontrar alguém que tenha sonhos.</p>
<p>O segundo grupo já não é tão fácil de encontrar, são aquelas pessoas que têm sonhos e escrevem e planejam como alcançá-los. Nem todas estas pessoas conseguem, mas só pelo fato de colocar no papel, tem maiores chances de atingi-los. Quando você faz isto está, de certa forma, comprometendo-se com a meta estabelecida, e uma parcela deste grupo, realmente, atinge seus objetivos.</p>
<p>O terceiro grupo poderia dizer que está em extinção ou talvez sempre tenha estado. São aquelas pessoas que sonham, colocam isto no papel, dividem em etapas e cumprem conforme o planejado. Isto é uma questão de atitude. Podem até demorar para atingir o objetivo, porém, na maioria das vezes, conseguem chegar lá. São pessoas especiais, o que muitos chamam de “pessoas de sorte”.</p>
<p>Isso me faz lembrar de uma pequena história sobre este assunto: O ex-chefe de uma pessoa, o qual, hoje, é presidente de uma multinacional, certa vez, comentou o seguinte fato: “se eu pedisse uma tarefa a esta pessoa no período da manhã e mudasse de idéia após o horário do almoço, seria tarde, pois ela já havia executado a tarefa.”</p>
<p>Quantas pessoas você conhece com este tipo de atitude? Eficiente, focada no resultado, que sabe exatamente onde quer chegar? Provavelmente, esta pessoa já havia tomado a decisão de que tornar-se-ia presidente da empresa e tinha consciência de que teria que destacar-se para ocupar tal posição.</p>
<p>A fórmula do sucesso, em minha opinião, acontece quando somamos Sonho, Planejamento, Trabalho e Atitude.</p>
<p>Alexandre Silva<br />
Comunicação &#038; Marketing<br />
Autor do Blog Gravata Solta</p>
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		<item>
		<title>Torne-se o líder de seu chefe</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 15:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A liderança não tem nada a ver com a autoridade formal, mas tudo a ver com a influência.&#8221;
Segunda-feira, 1 de março de 2010
No mercado profissional de hoje existem milhões de trabalhadores que, isolados em suas baias de escritório, sentem-se frustrados por hierarquias da empresa. A maneira como eles são gerenciados – ou não - em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;A liderança não tem nada a ver com a autoridade formal, mas tudo a ver com a influência.&#8221;</strong></p>
<p>Segunda-feira, 1 de março de 2010</strong></p>
<p>No mercado profissional de hoje existem milhões de trabalhadores que, isolados em suas baias de escritório, sentem-se frustrados por hierarquias da empresa. A maneira como eles são gerenciados – ou não - em todos os níveis, traz uma sensação de impotência.</p>
<p>Se você não se lembrar de mais nada desse post ou desse blog, lembre-se pelo menos disso: a liderança não tem nada a ver com a autoridade formal, mas tudo a ver com a influência. Isso não significa necessariamente que você será o chefe de seu chefe, porém você pode ser líder. Como? Simples. Empatia. E a empatia é você não só se identificar com a outra pessoa, mas tentar entender verdadeiramente suas necessidades e preocupações, como se fossem suas.</p>
<p>Pense nos desafios de seu chefe, problemas, preocupações e planos para o futuro, esta é a empatia. Com empatia e antecipação você pode agir independentemente de seu chefe para lidar com as preocupações e descobrir oportunidades e ameaças subjacentes. Ao agir de forma independente e mantendo as necessidades da empresa em mente, você estará, por conseqüência, liderando.</p>
<p>Sua capacidade de antecipar as necessidades é ilimitada, tornando o seu poder e a sua influência no local de trabalho ilimitados também. Você sempre será frustrado se ficar preso a hierarquias formais. No entanto, se você está focado na empatia, independentemente de sua posição, você pode alcançar a liderança e a influência que desejar.</p>
<p>Lembro de um presidente de uma empresa que tinha a fama de ser extremamente controlador. Um de seus subordinados era um excelente exemplo de empatia e de antecipação. Toda vez que o presidente lhe fazia um pedido ou lhe passava uma tarefa, ele se perguntava: &#8220;O que é que o chefe está realmente tentando realizar e por que ele quer essa informação?&#8221;. Ele era tão empático que não só atendia ao pedido, mas incluía recomendações complementares e análises das informações. Foi tão bem pensado que o presidente adotou as sugestões imediatamente.</p>
<p>Por causa da confiança do presidente nesse funcionário, sua influência cresceu de tal forma que seu apoio em projetos tornou-se obrigatório. Em contrapartida, os outros empregados viram o chefe apenas como controlador. Eles ficavam nos corredores e nos banheiros descrevendo as fraquezas e erros do presidente, ao invés de tentar compreender suas necessidades e criar oportunidades para se destacar.</p>
<p>Cada vez que achar que o problema está &#8220;lá fora&#8221;, lembre-se que o problema é próprio pensamento. Concentre-se nas coisas que você pode influenciar e torne-se um líder em qualquer situação, até mesmo o líder de seu chefe.</p>
<p><strong>Paulo V. Kretly</strong> é Presidente da FranklinCovey Brasil - Líder mundial em eficácia corporativa e pessoal. Mestre em Administração de Empresas e graduado em Pedagogia. Possui especialização em administração e marketing pela Fundação Getúlio Vargas e MBA nos Estados Unidos, com especialização em Marketing, pela Hawthorne University Salt Lake City Utah. </p>
<p><strong>paulokretly.blogspot.com</strong></p>
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		<title>Desejos tornam-se realidade</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 22:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo o que nos acontece tem um porquê de ser&#8230;
&#8220;Cuidado com o que você deseja, pois seus desejos podem torna-se realidade&#8221;. Com certeza você já ouviu essa frase. Eu posso dizer que acredito fielmente nela, sempre que desejei algo de verdade fui agraciada e isso não é questão de misticismo, crendice ou coisas do tipo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Tudo o que nos acontece tem um porquê de ser&#8230;</strong></p>
<p>&#8220;Cuidado com o que você deseja, pois seus desejos podem torna-se realidade&#8221;. Com certeza você já ouviu essa frase. Eu posso dizer que acredito fielmente nela, sempre que desejei algo de verdade fui agraciada e isso não é questão de misticismo, crendice ou coisas do tipo, é energia. Nosso pensamento tem poder, por isso precisamos tomar cuidado com o que pensamos, falamos e desejamos. </p>
<p>Por que perder tempo desejando o mal a alguém ou invejando as conquistas alheias? Isso só traz amargura e ressentimento, te torna pequeno e com baixa auto-estima. </p>
<p>Aproveite o seu tempo livre para estudar, motivar-se com as conquistas dos outros e correr atrás da realização dos seus sonhos. Por fim, volto a dizer, tome cuidado com o que você deseja, pois mais cedo ou mais tarde você será atendido e aí não adianta arrepender-se. </p>
<p>Lembre-se também de estar preparado para o momento das mudanças e fique certo de que, mesmo que não seja compreensível num primeiro momento, tudo o que acontece em sua vida tem um porque de ser, não blasfeme a sorte, jogue o jogo do contente e tente sempre ver o lado bom das coisas. </p>
<p>Esse tipo de atitude com certeza abrirá portas tanto na sua vida profissional, facilitando o relacionamento com os seus colegas, como também na pessoal.</p>
<p>Fabiana Gama<br />
Publicitária/ Redatora e Planner na @futuracom </p>
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		<title>Nossas idiossincrasias nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 16:37:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[É inquestionável a tendência cada vez maior das redes sociais, enquanto plataforma de comunicação de sucesso. Não só pelo trânsito de personalidades diversas, mas, principalmente, pela notoriedade de alguns por seu carisma e originalidade nos posts. Nesse cenário, qualquer um pode arregimentar milhares de followers, principalmente se tiver foco, estratégia e visão de futuro. Ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É inquestionável a tendência cada vez maior das redes sociais, enquanto plataforma de comunicação de sucesso. Não só pelo trânsito de personalidades diversas, mas, principalmente, pela notoriedade de alguns por seu carisma e originalidade nos <em>posts</em>. Nesse cenário, qualquer um pode arregimentar milhares de followers, principalmente se tiver foco, estratégia e visão de futuro. Ao seguir esse modelo terá grandes chances de conseguir êxito nas suas investidas.</p>
<p>O <em>twitter</em>, hoje, oferece larga abrangência, pela facilidade com que promove trocas, diálogos e discussões entre seus diversos usuários. E é extremamente curiosa a forma como, em qualquer transação interpessoal, transparecemos nossas “idiossincrasias”. É sabido que criticar e assumir posição contrária enquanto pólo de discordância às vezes pode render alguma visibilidade, mesmo considerando que assumir a “outra ponta da corda” somente para conseguir destaque, sem plena convicção do que sustenta, não é a forma mais louvável de atuar.</p>
<p>É recorrente a visão de uns e outros criticando, com “licença poética” (?), algumas posições no <em>twitter</em>, e quando contrariados respondem no papel de vítimas, argumentando que, a despeito de toda sua “boa intenção”, não foram bem interpretados. È o célebre problema de falar o que queremos e quando melhor nos cabe falar, sem sequer imaginarmos como o outro receberá nosso julgamento. Sim, é esse o termo: julgamento. E claro, todos os que acompanham podem assistir, de camarote, o imbróglio, algumas vezes acirrado outras mais sutis, dependendo da personalidade dos protagonistas.</p>
<p>Dia desses quem recebeu a crítica, polidamente, pediu desculpas, e alegou que aquela situação fazia parte do seu trabalho. Na verdade ela deveria expor o conteúdo de alguns blogs para promover discussões que pudessem agregar valor e gerar novos conteúdos através de votações. Ou seja, o post desferido contra a pessoa que <em>twittou</em> o tema, na verdade errou o alvo, pois a mesma somente reproduzia, não era autora nem defensora do tema postado. Somente cumpria seu papel de reproduzir o conteúdo.</p>
<p>Outra vez houve uma chuva de agressões contra um artista bastante conhecido, onde o agressor, personalidade eminente (e pasmem, recebeu apoio de “partidários”), não poupava impropérios para rechaçar seu oponente. Da acusação pelos cabelos postiços à pobreza intelectual, desaguando no tiro de misericórdia, onde sugeriu que o outro deveria recolher-se à sua insignificância. Nesses casos, um <em>unfollow </em>ao agressor ajuda a coibir esse tipo de comportamento.</p>
<p>Entre outras ocorrências, o twitter configura, apenas, o desabafo de alguns através de indignações em resposta à postura de outros. Dessa vez o palavrão se faz ecoar post afora liberando o, então, agredido, de sua raiva e revolta. Será? Sim, o twitter é, também, local de desabafo, sem restrição a horário e faixa etária.</p>
<p>Independente de qual seja o perfil “sociopsicológico” em questão, devemos, acima de tudo, manter o nível de educação nas nossas relações e ter respeito por aqueles que nos seguem.</p>
<p>No que tange a nossos feitos e conquistas, claro que divulgar nossas proezas faz parte do cenário das redes sociais, e o intuito é, sim, aproveitar as oportunidades. Mas uma dose de parcimônia e modéstia não faz mal a ninguém. Ninguém aguenta o “vide bula” em excesso de alguns personagens que não se cansam de reproduzir a imagem do próprio espelho.</p>
<p>O <em>twitter</em> disponibiliza a opção <em>Direct Messages</em>. Por que não utilizá-la para agradecer aos novos followers e estreitar algumas situações, as quais não configuram um assunto de domínio público? Paqueras, críticas construtivas, comentários mais picantes, opiniões particulares sobre demais pessoas, agradecimentos coletivos e ofertas de gentilezas<em> one by one </em>ficam melhor através da opção DM.</p>
<p>Enfim, poder interagir através das redes sociais é um luxo! Precisamos apenas ter consciência de que nesses ambientes “interagimos em grupo”, e que nem sempre o que é bom senso para mim quer dizer o mesmo para o outro. É fundamental saber a hora de falar, quando calar e ter noção de que nem todos que nos seguem nos são íntimos, portanto merecem, sim, ficar ao largo de determinados episódios.</p>
<p>No mais, exerça seu melhor, escrevendo com graça e bom humor, de forma breve, pertinente e inspiradora para fazer por merecer a companhia e admiração de seus followers. </p>
<p><strong>Waleska Farias<br />
Gestão de Carreira &#038; Imagem</strong></p>
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		<title>Quando a ambição atropela a aprendizagem</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 16:44:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

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		<description><![CDATA[Com nossa necessidade constante de autoafirmação, nos acostumamos a levantar certas bandeiras e por elas lutar até o fim. Competimos para vencer, questionamos para transformar, lutamos porque&#8230; Gostamos de lutar. 
Mas quando só se enxerga o destino, a trajetória parece insignificante e os meios para chegar até lá passam a não ter mais critérios. Nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com nossa necessidade constante de autoafirmação, nos acostumamos a levantar certas bandeiras e por elas lutar até o fim. Competimos para vencer, questionamos para transformar, lutamos porque&#8230; Gostamos de lutar. </p>
<p>Mas quando só se enxerga o destino, a trajetória parece insignificante e os meios para chegar até lá passam a não ter mais critérios. Nesta hora, ambição e ética entram em conflito e os princípios pelos quais você realmente luta começam a aparecer. </p>
<p>A ambição é uma “faca de dois gumes” e precisamos saber direcioná-la para que se torne um combustível e não um veneno. É o tempero principalmente dos jovens profissionais e sem ela não teríamos conseguido mudar tantos costumes. </p>
<p>Mas falar de ambição sem falar de ética é como começar a montar a composição deste veneno e estaremos a um passo de viver sob a lei da selva, lutando diariamente pela sobrevivência e não pela evolução da espécie.</p>
<p>Cada etapa de nossa jornada profissional virá acompanhada de obstáculos e aprendizagens. Tentar encurtar o caminho ou pular alguma dessas etapas possivelmente nos livrará de certos obstáculos, mas também deixaremos de aprender. </p>
<p>E acredite: uma hora esta informação baterá à nossa porta pedindo satisfações. Por isso é preciso aproveitar a jornada e deixar que as oportunidades apareçam quando estivermos prontos.</p>
<p>Quem disse que precisamos enxergar toda a escada? Subamos o primeiro degrau com fé, e ao topo saberemos que, se fosse possível, viveríamos tudo novamente.</p>
<p>Beatriz Carvalho<br />
Estudante de Relações Públicas da Universidade Metodista em São Bernardo do Campo.</p>
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		<title>Núcleo Comportamento e Imagem</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>josetelmo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[outros]]></category>

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		<description><![CDATA[Módulo: Etiqueta Corporativa e Habilidades Sociais.
Sua postura é sua marca registrada!
“Pesquisas revelam que 87% das empresas demitem por problemas de conduta, pois não querem ter sua imagem abalada por posturas inadequadas.”
Para causar uma boa impressão no mercado de trabalho, além das capacitações técnicas é fundamental ter conhecimento das regras de etiqueta corporativa e desenvolver determinadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Módulo: Etiqueta Corporativa e Habilidades Sociais.</p>
<p>Sua postura é sua marca registrada!</strong></p>
<p><strong>“Pesquisas revelam que 87% das empresas demitem por problemas de conduta, pois não querem ter sua imagem abalada por posturas inadequadas.”</strong></p>
<p>Para causar uma boa impressão no mercado de trabalho, além das capacitações técnicas é fundamental ter conhecimento das regras de etiqueta corporativa e desenvolver determinadas habilidades sociais para que sua postura reflita a imagem do profissional ambicionado pelas empresas. </p>
<p>Nesse contexto, o conhecimento das regras básicas de conduta fará toda a diferença nas suas conquistas pessoais e profissionais. Esse é objetivo da nossa proposta. Afinal, de que adianta ser bem formado se não for educado? </p>
<p><strong>WORKSHOP: Etiqueta Corporativa e Habilidades Sociais</strong></p>
<p>    * Como aprimorar suas relações interpessoais?<br />
    * Quais as principais técnicas de interação em grupo?<br />
    * Como desenvolver um diferencial de conduta social?<br />
    * Quais indicações sobre as regras de cumprimento e agradecimento?<br />
    * Como proceder quanto às trocas de cartões?<br />
    * Qual o traje certo para cada ocasião?<br />
    * Como portar-se à mesa?<br />
    * Qual postura a ser adotada nas entrevistas?<br />
    * Como responder às solicitações de “RSVP” e “RO”?<br />
    * Reuniões sociais: O que levar e como entregar?<br />
    * Como estabelecer técnicas de “rapport” e “postura empática”?</p>
<p><strong>Temas Abordados</strong>: Etiqueta - Conceito, Comportamento &#038; Imagem, Inteligência Emocional, Habilidades sociais, Interação em grupo, Rapport - Linguagem corporal, Higiene, Apresentação pessoal, Cumprimentos, Eventos sociais, Reuniões, Cartões profissionais e pessoais, Etiqueta à mesa, Vestir-se bem - O traje certo, Conflitos, Blindagem emocional, Atendimento telefônico, Redes sociais, E-mail, Internet, Positividade - Uma questão de atitude.</p>
<p><strong>Módulo: Marketing Pessoal “Nosso Portal de Conexão Com o Mundo”</strong></p>
<p><strong>“Nossas palavras revelam nossos pensamentos; Nossos moldes espelham nossa auto-estima. Nossas atitudes refletem nosso caráter; nossos hábitos predizem o futuro.” William Ward</strong></p>
<p></strong></p>
<p>Saber expor nossas habilidades sem extrapolar para o discurso “vide bula’ é uma arte que, se quisermos ocupar um espaço diferenciado, temos de aprender a desenvolver.</p>
<p>Algumas pessoas acreditam que o marketing pessoal consiste em falar de si mesmo e passam a falar de suas proezas sem perceberem o risco da situação. Melhor que falar de si próprio é, com maestria, deixar que os outros testemunhem nossas atitudes.</p>
<p>Para que isso aconteça de forma natural, aspectos como comportamento, conhecimento e comunicação, deverão estar configurados para o exercício do “marketing invisível”.</p>
<p>O fazer acontecer sem despender maiores esforços, atuando de forma ética e empática do modo como as pessoas consideram autêntico. Esse é o primeiro passo para a conquista do “poder pessoal”, que fará com que as pessoas da sua rede de relacionamento tenham prazer em fazer coro às suas conquistas.</p>
<p>A criação de uma boa imagem pessoal e profissional está diretamente relacionada, dentre outros aspectos, a forma como nos apresentamos, comportamos e comunicamos. Todo profissional deve iniciar seu processo de construção de imagem, exercendo a auto-análise e percebendo-se pelo ponto de vista do outro, através das perguntas poderosas:</p>
<p><strong>WORKSHOP: Marketing Pessoal “Nosso Portal de Conexão Com o Mundo”</strong></p>
<p>* Como as pessoas avaliam meu comportamento?<br />
* Minhas atitudes estão em linha com a imagem que quero transmitir?<br />
* Minha fala inspira confiança?<br />
* Sou autêntico nas minhas colocações?<br />
* As pessoas me percebem da forma como eu gostaria?<br />
* Os outros me avaliam como uma pessoa justa?<br />
* Meu discurso transmite credibilidade?<br />
* Como utilizo os recursos da minha rede de relacionamento?<br />
* Planejamento e estratégias pessoais</p>
<p>Quando transmitimos uma imagem adequada, as pessoas se sentem muito mais à vontade ao nosso redor, tornando mais fácil o processo de integração e formação de vínculos. “Uma simples questão de identificação, pois todos buscam seus pares afins”.</p>
<p><strong>Metodologia: Soluções em Treinamentos Customizados e Vivências</strong></p>
<p>Temos como objetivo construir soluções “sob medida”, as quais atendam às necessidades e expectativas identificadas, através de conceitos e ferramentas específicos que promovam a identificação e resgate das competências necessárias ao desenvolvimento do grupo e conquista dos resultados esperados pela empresa.</p>
<p><strong>“Nós ajudaremos na identificação de objetivos e criação de um diferencial, para que haja uma melhor interação em grupo e todos possam desenvolver com sucesso um “plano de ação”.</strong></p>
<p><strong>Waleska Farias<br />
Gestão de Carreira &#038; Imagem</strong></p>
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		<title>Inteligência Integral – O Desenvolvimento Humano na Sua Totalidade.</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 23:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>josetelmo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[outros]]></category>

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		<description><![CDATA[“Estar diante do desconhecido e acolhê-lo, sem necessariamente enfrentá-lo, é uma atitude que demanda tolerância e observação, qualidades pouco estimuladas em nosso mundo atual.” (Ser Integral)
A Inteligência Integral considera a totalidade do indivíduo pela observação dos seus aspectos: físico, emocional, mental e espiritual, onde todos estão interligados e influenciam-se reciprocamente. 
Somos seres destinados à perfeição. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Estar diante do desconhecido e acolhê-lo, sem necessariamente enfrentá-lo, é uma atitude que demanda tolerância e observação, qualidades pouco estimuladas em nosso mundo atual.” (Ser Integral)</strong></p>
<p>A <strong>Inteligência Integral </strong>considera a totalidade do indivíduo pela observação dos seus aspectos: físico, emocional, mental e espiritual, onde todos estão interligados e influenciam-se reciprocamente. </p>
<p>Somos seres destinados à perfeição. Precisamos vivenciar cada experiência na sua integridade para, sem receio, irmos ao encontro de novos desafios que ampliem nossa consciência e contribuam para o aprendizado constante. Esse é o único caminho para o desenvolvimento dos <em>reais</em> valores humano. </p>
<p>A grande maioria dos problemas recorrentes da atualidade são consequência da falta de entendimento da complexidade das relações humanas.  Enquanto freneticamente nos apegamos aos prazeres momentâneos, mais nos distanciamos do que, realmente, configura nossa satisfação plena. </p>
<p><strong>“Cerca de 85% dos problemas de uma organização, tanto internos como externos, estão relacionados às pessoas.” (Você S/A)</strong></p>
<p>Através da <strong>Inteligência Emocional</strong>, vivenciamos aspectos concernentes ao Autoconhecimento, Autogestão e Automotivação enquanto conhecimento ilimitado dos nossos sentimentos e emoções. </p>
<p>A partir do momento que exercermos a gerência dos nossos sentimentos e emoções, teremos condição de incluir a percepção e necessidade do outro na nossa realidade. Então, estaremos aptos a exercer nossa <strong>Inteligência Social</strong> pelo desenvolvimento de determinadas habilidades interpessoais<br />
<strong><br />
WORKSHOP: Como ser “Emocionalmente Inteligente”?</strong></p>
<p>“Qualquer um pode irritar-se, isso é fácil. Mas irritar-se com a pessoa certa, na hora certa, da maneira certa e pelo motivo certo, decididamente, não é fácil.” <em>Aristóteles</em></p>
<p> Manter-se no eixo e não agir de forma reativa ao que acontece à nossa volta, nos dias de hoje, torna-se um desafio cada vez mais frequente. A cada episódio do nosso cotidiano, registramos padrões de comportamento reativo àquilo que não vem ao encontro das nossas expectativas. </p>
<p>São pequenos desgastes diários por conflitos que se iniciam em casa e se estendem para eventos profissionais e sociais, os quais assumem um vulto crescente, comprometendo nosso equilíbrio e tranquilidade.</p>
<p><strong>“Percebe-se que algumas pessoas com QI acima da média fracassam na conquista de boas posições, onde outras com QI moderado, mas com aptidões emocionais desenvolvidas, sobressaem-se, conseguindo sucesso.”</strong></p>
<p>São recorrentes os casos onde um pequeno incidente com um colega de trabalho ou familiar resulta em discussão acalorada ou brigas comprometedoras por pura falta de autocontrole dos envolvidos. Uma total falta de tolerância ao comportamento do outro. No geral, não mais nos detemos na avaliação do que está sendo dito ou na investigação do porque de determinadas posturas agressivas.  Agimos por impulso, de forma reativa.</p>
<p>Diante desse cenário, determinadas competências, além das qualificações técnicas, passam a figurar como pré requisitos básicos na avaliação do &#8220;perfil sociopsicológico&#8221; nos processos seletivos: capacidade de autogestão das emoções, automotivação, determinação em atingir resultados, superação de obstáculos, controle da ansiedade, nível de resiliência e comunicação clara e empática, são algumas. </p>
<p>As empresas buscam, cada vez mais, recursos que possibilitem a investigação dos hábitos e comportamento de seus colaboradores, através dos quais possam identificar essas aptidões emocionais, no intuito de minimizar contratempos e preservar as relações no ambiente de trabalho. </p>
<p>Afinal, profissionais satisfeitos são felizes, e, por conseqüência, mais produtivos, pois canalizam suas emoções para situações apropriadas, motivando as pessoas ao seu redor e ajudando-as a exercerem seus melhores talentos na realização de propósitos em comum.</p>
<p><strong>Metodologia:</strong> Explanação e vivência dos conceitos de Autoconhecimento, Autogestão, Automotivação e Integração Social, através de ferramentas e processos específicos de sensibilização e troca de experiências entre os grupos.</p>
<p><strong>Objetivos:</strong> O foco do nosso trabalho consiste no desenvolvimento de pessoas capazes de assumir uma postura mais comprometida com seu desenvolvimento pessoal e em grupo, a fim de tornarem-se mais maduras e aptas a exercerem a liderança efetiva, através do equilíbrio de suas vidas pessoais e profissionais e comprometimento com o processo de qualidade de vida enquanto proposta de sustentabilidade pessoal.</p>
<p><strong>Benefícios:</strong> Construção do conhecimento e percepção da importância e necessidade do autodesenvolvimento e autogestão; Readequação de determinados padrões de comportamento e conduta; Aprimoramento das relações pessoais no segmento pessoal e profissional.</p>
<p><strong>Contate-nos sobre nosso Workshop &#8220;Desenvolvendo Equipes Emocionalmente Inteligentes” e faça das suas habilidades emocionais seu diferencial competitivo. </strong></p>
<p><strong>Waleska Farias<br />
Gestão de Carreira &#038; Imagem</strong></p>
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