<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>Waleska Farias - Gestão de carreira e imagem</title>
	<atom:link href="http://waleskafarias.com/index.php/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://waleskafarias.com</link>
	<description>Gestão de carreira e imagem</description>
	<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 01:38:08 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Lidando Com Pessoas Difíceis</title>
		<link>http://waleskafarias.com/index.php/lidando-com-pessoas-dificeis/</link>
		<comments>http://waleskafarias.com/index.php/lidando-com-pessoas-dificeis/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 01:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://waleskafarias.com/?p=1251</guid>
		<description><![CDATA[Pode ser um cliente, um colega de trabalho, um líder, um amigo ou até mesmo um parente. Encontramos pessoas &#8220;difíceis&#8221; em todos os lugares ao longo da nossa vida, e como lidamos com elas? Se houvesse uma fórmula exata evitaríamos muita dor de cabeça, mas não há. O jeito é identificá-las, entendê-las e tentar interagir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pode ser um cliente, um colega de trabalho, um líder, um amigo ou até mesmo um parente. Encontramos pessoas &#8220;difíceis&#8221; em todos os lugares ao longo da nossa vida, e como lidamos com elas? Se houvesse uma fórmula exata evitaríamos muita dor de cabeça, mas não há. O jeito é identificá-las, entendê-las e tentar interagir da melhor maneira possível para que haja uma convivência saudável.<br />
 Como identificá-las?<br />
 Ninguém se auto intitula: Sou uma pessoa &#8220;difícil&#8221;, tenha cuidado! Alguns sinais podem ser identificados nas expressões sociais deste indivíduo, por exemplo:<br />
 - Geralmente gostam de trabalhar sozinhos - ou acabam tendo que trabalhar assim - sendo capazes de criar o seu próprio mundo, pois o seu poder de imaginação e recriação são fantásticos.  <br />
 - O mundo conspira contra ele&#8230; Sente-se vitimizado por acontecimentos desagradáveis que ocorrem a sua volta, interpretado como um ato premeditado para prejudicá-lo.<br />
 - Este tipo de pessoa não consegue manifestar-se ou relacionar-se socialmente com as demais. Em grupo alguns sinais podem ser sinalizados através de suas atitudes não deixando o assunto em pauta desenrolar com fluidez, minando o clima da conversa e ambiente. A cada novo assunto chama a atenção por ser o dono da verdade absoluta não levando em conta a opinião de seus pares.<br />
 - Quando encontram-se você se sente ameaçado por não saber qual o tipo de atitude que deve tomar com esta pessoa, tem a sensação de estar sempre defendendo-se de sua agressividade e fica inseguro em relação as interpretações hostis deste.<br />
 Como entendê-las?<br />
 Partindo do princípio que precisamos nos entender para entender o outro algumas adversidades podem ser evitadas se repensarmos nossa atitude em relação as outras pessoas que julgamos ser difíceis. É necessário se perguntar e pensar se o problema está no outro ou em nós mesmos, só assim podemos trabalhar fazendo algo na tentativa de mudar este relacionamento. Busque ouví-los, entrar no seu mundo sem, no entanto, invadir. Antes de ficar irritado com a pessoa lembre-se que ele sofre, pois além de você outras pessoas podem ter observado as mesmas características negativas que você, mas, possivelmente, poderão não ter a mesma capacidade de resiliência que você. Ninguém é desagradável porque quer, a pessoa se torna assim por uma série de fatores que não compete a nós julgarmos.<br />
 Como interagir?<br />
 É importante lembrarmos que a intenção não é mudar ou moldar o outro mas, tentar melhorar o relacionamento entre os dois.  <br />
 - Para melhorar a atitude do outro com você, tente mudar a sua atitude para com ele. Se você conseguir entendê-lo conforme citado acima dificilmente perderá o controle em situações extremas e logo esta mudança no relacionamento será notada para melhor.<br />
 - Pessoas difíceis são previsíveis, para as situações embaraçosas crie um plano para se sair bem delas e manter-se calmo.<br />
 - Fale sobre seus erros antes de criticar o outro. Converse de igual para igual chamando a atenção para os erros do outro de forma indireta e cuidadosa.  <br />
 - Elogie o mínimo progresso que a pessoa apresentar. Quem não gosta de ser elogiada vez ou outra? Somente recebendo um feedback o indivíduo saberá se está no caminho certo, incentive esta evolução mesmo que pequena mas expressiva.<br />
 - No caso destas circunstâncias estarem ocorrendo no trabalho em específico seja profissional e ético. É muito difícil para alguém manter uma postura agressiva por muito tempo, especialmente se você está calmo e sob controle. Resista à tentação de revidar as investidas desagradáveis para não minar a relação a longo prazo.<br />
 Por mais que seja complicado e trabalhoso escolha as palavras com cuidado ao lidar com conflitos, seja honesto e positivo, tenha tato. Seja cauteloso para não rotular e pré-julgar o outro antes de conhecer os seus próprios erros. Lembre-se, ao apontar o dedo em outra direção observe que você tem três dedos que estão apontados para você, pense nisso. Procure encontrar o melhor de cada pessoa. Da mesma forma que alguns observam o seu melhor e outros observam o seu pior, você pode ou não extrair a melhor parte de cada um.</p>
<p><strong>Via Openjobs blog  - 29-07-2010<br />
 Renata Fraga - Consultora de RH, escreve e gerencia o site Openjobs<br />
 @Re_Fraga</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://waleskafarias.com/index.php/lidando-com-pessoas-dificeis/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O Desafio da Comunicação Na Construção de Marcas Fortes</title>
		<link>http://waleskafarias.com/index.php/o-desafio-da-comunicacao-na-construcao-de-marcas-fortes/</link>
		<comments>http://waleskafarias.com/index.php/o-desafio-da-comunicacao-na-construcao-de-marcas-fortes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 21:48:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://waleskafarias.com/?p=1247</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Nós, os intelectuais, em vez de nos defendermos varonilmente e reduzir a obediência ao espírito, ao &#8216;logos&#8217; e à palavra, sonhamos todos com uma linguagem sem palavras, que possa exprimir o inexprimível, que possa representar o irrepreensível&#8221; (Hermann Hesse)
O maior desafio de quem busca expressar a essência do que é ou do que sente é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Nós, os intelectuais, em vez de nos defendermos varonilmente e reduzir a obediência ao espírito, ao &#8216;logos&#8217; e à palavra, sonhamos todos com uma linguagem sem palavras, que possa exprimir o inexprimível, que possa representar o irrepreensível&#8221; (Hermann Hesse)</p>
<p>O maior desafio de quem busca expressar a essência do que é ou do que sente é traduzir em palavras, sons ou cores, aquilo que sua alma percebe. Transformar o abstrato em linguagem figurativa implica exprimi-la de uma forma que possa ser compreensível e adaptada ao mundo das imagens pré-construídas, que chamamos realidade.</p>
<p>A frase de Hesse na abertura deste texto revela essa angústia que sente o poeta, o escritor, o pintor, o designer, ou o compositor da mesma maneira que a sente o empreendedor. Converter sensações, sentimentos ou idéias numa representação de forma reconhecível na natureza é o que podemos chamar de arte, ao longo das mais diferentes épocas e culturas.</p>
<p>No exato momento que escrevo este artigo, uma pequena mensagem surge no canto da tela do meu computador, enviada por uma pessoa amiga virtual do Facebook a dizer: &#8217;sempre que eu leio alguma coisa sua me parece que ela vem com uma nuance melancólica&#8230; &#8216; - Ao ler essa mensagem, dou-me conta de que essa melancolia é a forma como a alma torna visível sua essência, ao revelar o que convencionamos chamar de amor; expresso sob a forma de uma indisfarçável tristeza, por saber efêmero cada momento, pois o seu pulsar é um agora eterno, sem antes ou depois, a produzir insights que vão sendo projetado pela mente, tal qual revelação mística que cria a partir do nada, poderosas transformações.</p>
<p>O empreendedor, ou empresário que decide transformar o sonho pessoal em realidade vive essa angústia com a mesma intensidade, tal qual compositor que produz uma magnífica sinfonia. É preciso colocar para fora o que vem de dentro com força avassaladora, e irresistível. Surge um &#8216;parir&#8217; imperativo a impor uma entrega total caracterizado por um processo criativo que faz desaparecer os limites de tempo e espaço. Um criar compulsivo que não conhece restrições, tampouco se submete a convenções, e flui com intensidade que lhe é própria.</p>
<p>O desafio maior, no entanto, não está na concepção ou no processo de gestação do sonho e sim na forma de comunicá-lo, de traduzi-lo a fim de toná-lo compreensível e atrativo àqueles que estão em volta. Afinal, é preciso romper abismos entre a abstrata percepção sensorial, ou extra-sensorial, e a realidade física. Para dificultar ainda mais, é preciso lembrar que nós seres humanos não caminhamos na mesma velocidade ou direção. Viajamos em diferentes ritmos e carregamos individualmente distintos níveis de compreensão e percepção. Isso pode tornar a mensagem que se deseja comunicar totalmente deslocada do seu tempo; inoportuna, inadequada, incompreensível, ou até mesmo indesejada. Algumas óperas, livros, e telas só se tornaram &#8216;divinas&#8217; muitos anos depois de lançadas. D. Quixote a obra prima de Cervantes, o grande escritor espanhol, levou mais de cem anos para se tornar consagrada. As telas de Van Gogh, considerado hoje uma das maiores expressões da arte, só vieram a ganhar notoriedade após sua morte. Jesus Cristo foi assassinado pela igreja da sua época por trazer uma mensagem diferente do convencional, incompreensível ou indesejável para os padrões pré-estabelecidos pelo &#8216;establishment&#8217; de então.</p>
<p>Difundir uma idéia e a partir dela construir um projeto não é tarefa das mais simples. Impõe superar objeções de toda ordem; romper paradigmas, destruir barreiras, construir sinergia e estabelecer parcerias com total comprometimento. Uma idéia ou um conceito por mais extraordinário que possa parecer corre o risco de evaporar-se para sempre se não contar com a sinergia de pessoas que necessariamente precisam estar envolvidos com o operacional, para viabilizá-las. É extremamente difícil para quem cria, e vive em um mundo de abstração embrenhar-se naquilo que ele chama de insuportável rotina da realidade. Nesse momento, é vital reconhecer a importância de parcerias que permitam construir a visibilidade da marca, a fim de torná-la conhecida e desejável.</p>
<p>Construir uma marca, seja ela pessoal ou empresarial, exige uma compreensão extraordinária naquilo que diz respeito ao seu momentum, pois implica definir uma linguagem original para não perder sua autenticidade, que seja ao mesmo tempo coerente, acessível e atraente; mas acima de tudo, tenha visibilidade para gerar uma percepção que se propague no inconsciente coletivo de maneira envolvente e consistente. Essa propagação, embora possa implicar em um esforço acima do normal, a exigir um intrincado processo de comunicação, algumas vezes intensivo e caro, costuma compensar o esforço; ainda que uma distância abissal possa separar o momento espetacular do criador e o sucesso de sua criação, em que o &#8216;inexprimível&#8217; se revela em toda sua plenitude.</p>
<p><strong>Mauricio A Costa (mauriciocosta@uol.com.br) - Consultor de Empresas para assuntos de Valor Agregado, Gestão e Licenciamento de Marcas. Atua também como Coach e Palestrante. Autor do livro &#8220;O Mentor Virtual&#8221;. Blog MARCAS FORTES</strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://waleskafarias.com/index.php/o-desafio-da-comunicacao-na-construcao-de-marcas-fortes/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O Que Fazer Para Conquistar O Equilíbrio E Manter Nossas Emoções Sob Controle?</title>
		<link>http://waleskafarias.com/index.php/o-que-fazer-para-conquistar-o-equilibrio-e-manter-nossas-emocoes-sob-controle/</link>
		<comments>http://waleskafarias.com/index.php/o-que-fazer-para-conquistar-o-equilibrio-e-manter-nossas-emocoes-sob-controle/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 17:12:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://waleskafarias.com/?p=1220</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Antes de conquistarmos o que quer que seja, fora de nós, precisamos conquistar o que está dentro de nós, conquistarmo-nos a nós mesmos.&#8221; (Saramago)
Manter-se no eixo e não agir de forma reativa ao que acontece à nossa volta, nos dias de hoje, torna-se um desafio cada vez mais frequente. A cada novo acontecimento, registramos padrões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Antes de conquistarmos o que quer que seja, fora de nós, precisamos conquistar o que está dentro de nós, conquistarmo-nos a nós mesmos.&#8221; (Saramago)</strong></p>
<p>Manter-se no eixo e não agir de forma reativa ao que acontece à nossa volta, nos dias de hoje, torna-se um desafio cada vez mais frequente. A cada novo acontecimento, registramos padrões de comportamento reativo àquilo que não vem ao encontro das nossas expectativas.</p>
<p>A grande maioria dos problemas recorrentes da atualidade são consequência da falta de entendimento da complexidade de nós mesmos e das nossas relações interpessoais. Desejamos fervorosamente algumas conquistas, enquanto nos distanciamos do que, realmente, configura nossa satisfação plena.</p>
<p>São pequenos desgastes diários por conflitos que se iniciam em nós mesmos e se estendem para as esferas familiares profissionais e sociais, os quais assumem um vulto desproporcional, comprometendo nosso equilíbrio e tranquilidade.</p>
<p><strong>É necessário identificar nosso eixo, o centro de equilíbrio que nos permite estar no controle da situação com foco no resultado que queremos conquistar.</strong> É fácil? Não, mas se não nos dispusermos a tentar, jamais conseguiremos. Essa é uma decisão pessoal e intransferível, nos moldes do &#8220;você decide&#8221;.</p>
<p>O ponto de partida? O autoconhecimento: a possibilidade de identificar o que nos desestabiliza e como reagimos diante de algumas situações, tornando possível o controle das nossas emoções diante das diversas circunstâncias. Não mais nos detemos na investigação do porque de determinadas atitudes, apenas agimos por impulso, de forma reativa.</p>
<p>Precisamos vivenciar as experiências na sua integridade para, sem receio, irmos ao encontro de novos desafios que ampliem nossa consciência e contribuam para o autoconhecimento constante. Esse é o único caminho para o desenvolvimento das nossas competências emocionais e valores humanos.</p>
<p>Diante desse cenário, determinadas habilidades, além das qualificações técnicas, passam a figurar como pré requisitos básicos na avaliação dos &#8220;perfis sociopsicológicos&#8221;. <strong>Capacidade de autogestão das emoções</strong>, <strong>automotivação,</strong> <strong>boa interface humana, determinação em superar obstáculos</strong>, <strong>controle da ansiedade</strong> e <strong>um bom nível de resiliência, </strong>já somam um diferencial.</p>
<p>Não somos compartimentados. Respondemos à totalidade de quem somos, considerando a observação dos nossos aspectos: físico, emocional, mental e espiritual, onde todos estamos interligados e influenciamo-nos reciprocamente. Sendo assim, <strong>como alguém pode dizer-se dono de si, sem que conheça a si próprio?</strong></p>
<p>É essencial a investigação dos nossos hábitos e comportamentos, para que possamos identificar essas aptidões emocionais, no intuito de minimizar contratempos e preservar nosso equilíbrio. É de nossa responsabilidade a construção de quem queremos, na  contribuição para a formação de relações mais humanas.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: small;"><strong>Waleska Farias </strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: small;"><strong>Coaching, Gestão de Carreira &amp; Imagem</strong></span></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://waleskafarias.com/index.php/o-que-fazer-para-conquistar-o-equilibrio-e-manter-nossas-emocoes-sob-controle/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Se As Palavras Mobilizam, Os Exemplos Inspiram Atitudes e Comportamentos Convergentes. Como Andam Suas Habilidades Sociais?</title>
		<link>http://waleskafarias.com/index.php/se-as-palavras-mobilizam-os-exemplos-inspiram-atitudes-e-comportamentos-convergentes-como-andam-suas-habilidades-sociais/</link>
		<comments>http://waleskafarias.com/index.php/se-as-palavras-mobilizam-os-exemplos-inspiram-atitudes-e-comportamentos-convergentes-como-andam-suas-habilidades-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 15:16:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://waleskafarias.com/?p=1206</guid>
		<description><![CDATA[Acredito que passamos, conforme conceito de Francis Aquino,  da era &#8216;Eu e o mundo&#8221; para &#8220;Eu no mundo&#8221; .
A tecnologia além de aproximar as pessoas nos permite uma apresentação informal à comunidade, ao mercado, ao mundo. Esta informalidade na minha concepção é uma excelente ferramenta na expansão de network e no desenvolvimento de relações sociais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Acredito que passamos, conforme conceito de Francis Aquino,  da era &#8216;Eu e o mundo&#8221; para &#8220;Eu no mundo&#8221; .</strong></p>
<p>A tecnologia além de aproximar as pessoas nos permite uma apresentação informal à comunidade, ao mercado, ao mundo. Esta informalidade na minha concepção é uma excelente ferramenta na expansão de network e no desenvolvimento de relações sociais, mascarando a timidez e até mesmo os mal-educados!</p>
<p>Entender como funciona uma relação, seja esta profissional ou não já é um método de sobrevivência na sociedade onde temos que nos adequar a diferentes linguagens e culturas pra sermos aceitos como tal. Ouso mais dizendo que já passamos da era industrial para a era da comunicação, onde o mundo gira em volta do poder das palavras.</p>
<p>Desenvolver as habilidades sociais é o mínimo sabendo que ninguém mais vive sozinho atualmente.</p>
<p>Hoje temos palestras de motivação pessoal e profissional e muitos outros eventos, cursos, enfim, &#8220;ferramentas&#8221; que contribuem para que a comunicação seja eficaz.</p>
<p>Concluo com as palavras do David: &#8220;Um grande passo é nossa identificação enquanto &#8220;sujeito&#8221; para percepção de como a outra parte esta entendendo a comunicação &#8220;Feedback&#8221;.</p>
<p>Pode ser que seja uma opinião errônea minha, mas atualmente, a comunicação, as relações sociais só não são eficazes naqueles que não a tornam eficaz e não buscam desenvolvimento para si.</p>
<p>Respondendo à pergunta: Vai bem, obrigada!</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Posted by Camila Fassini</strong></p>
<p><strong>Via  LinkedIN Group: Rio de Janeiro In - 01/07/2010</strong><strong><a href="http://twitter.com/fassini" target="_top"></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://twitter.com/fassini" target="_top">@fassini</a></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://waleskafarias.com/index.php/se-as-palavras-mobilizam-os-exemplos-inspiram-atitudes-e-comportamentos-convergentes-como-andam-suas-habilidades-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Como Andam Suas Habilidades Sociais?</title>
		<link>http://waleskafarias.com/index.php/como-andam-suas-habilidades-sociais/</link>
		<comments>http://waleskafarias.com/index.php/como-andam-suas-habilidades-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 21:47:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://waleskafarias.com/?p=1167</guid>
		<description><![CDATA[“Quanto mais pessoas o conhecerem de forma positiva mais você terá oportunidade de Sucesso.”
Você já parou para pensar que grande parte das dificuldades no seu dia-a-dia são consequências da sua limitação em interagir com as pessoas à sua volta? Pessoas que não entendem o que você “quer dizer” e agem de forma oposta ao que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Quanto mais pessoas o conhecerem de forma positiva mais você terá oportunidade de Sucesso.”</strong></p>
<p>Você já parou para pensar que grande parte das dificuldades no seu dia-a-dia são consequências da sua limitação em interagir com as pessoas à sua volta? Pessoas que não entendem o que você “quer dizer” e agem de forma oposta ao que você espera.</p>
<p>Pois é, tenho que chamar sua atenção para um fato no mínimo curioso: existe um princípio físico convencionado de “ação e reação”. Trata-se da terceira lei de Newton – toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário. Fazendo alusão ao campo das relações interpessoais significa que tudo o que vem em resposta a uma iniciativa sua tem relação e ligação direta com o modo como você agiu.</p>
<p>Dito isso, antes de criticarmos as reações das pessoas ao nosso entorno, quando não alinhadas à nossa expectativa, é recomendável questionar nosso posicionamento e identificar até onde contribuímos, mesmo que não intencionalmente, para o resultado apresentado.</p>
<p>Um bom exercício é observar se na comunicação com os outros você consegue obter resultados em linha com o esperado, ou se as pessoas “sempre” interpretam errado o que você diz. Lembre-se que em um processo de comunicação, existem pelo menos dois interlocutores, portanto, 50% da responsabilidade desse processo cabe a cada uma das partes.</p>
<p>Cada pessoa, de maneira muito particular, interpreta a mensagem de acordo com sua percepção dos fatos. Daí a necessidade de ter noção de como o outro assimila o que você diz para assegurar que sua mensagem seja interpretada na real acepção da palavra. Nesse contexto, sensibilidade e empatia são aspectos fundamentais para o sucesso das trocas interpessoais.</p>
<p>Grande parte dos problemas que temos nas nossas relações se refere ao fato de não exercermos uma boa comunicação, dada a dificuldade de sermos empáticos à necessidade e realidade do outro. Temos a tendência de falar o que queremos da forma como bem entendemos, sem nos dar ao trabalho de certificar se a pessoa com quem falamos compreendeu a informação.<br />Isso, é claro, requer mais empenho. Mas, certamente, o isentará de ter de repetir o evento mais de uma vez e lhe atribuirá a imagem de uma pessoa assertiva e desenvolta no trato com as pessoas.</p>
<p>As habilidades sociais, cada vez mais, configuram uma condição básica na conquista da liderança colaborativa preconizada enquanto modelo de referência nas organizações. Afinal, quem você escolheria para fazer parte do seu grupo? Alguém com talento para acessar as pessoas e garantir a fluidez nos processos de comunicação, ou alguém que apenas repassa a informação sem o zelo necessário para que a mensagem seja bem interpretada?</p>
<p>O que esperamos do outro deve ser a nossa medida de referência. <strong>“Se as palavras mobilizam, os exemplos inspiram atitudes e comportamentos convergentes.”</p>
<p>Waleska Farias<br />
Coach, Consultora de Gestão de Carreira e Imagem</p>
<p>Editado no Blog Somos Biografia<br />
Post 15/06/2010<br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://waleskafarias.com/index.php/como-andam-suas-habilidades-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Responsabilidade X Culpa</title>
		<link>http://waleskafarias.com/index.php/responsabilidade-x-culpa/</link>
		<comments>http://waleskafarias.com/index.php/responsabilidade-x-culpa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 22:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://waleskafarias.com/?p=1186</guid>
		<description><![CDATA[Tenho debatido muito em consultório que existe diferença entre essas duas palavras. Muitos não acreditam e quando os chamo para se responsabilizarem por suas vidas, o que fazem é sentir um enorme desconforto utilizando a palavra culpa. E para boa parte dos meus alunos esses vocábulos são sinônimos. Na minha perspectiva não são!
Responsabilidade é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho debatido muito em consultório que existe diferença entre essas duas palavras. Muitos não acreditam e quando os chamo para se responsabilizarem por suas vidas, o que fazem é sentir um enorme desconforto utilizando a palavra culpa. E para boa parte dos meus alunos esses vocábulos são sinônimos. Na minha perspectiva não são!</p>
<p>Responsabilidade é uma habilidade, uma capacidade de responder e agir diante algo. E culpa é um sentimento depreciativo de si mesmo. Uma crítica acusatória de si e de seu comportamento. A responsabilidade dá liberdade e força para lidar com as circunstâncias porque diz que fomos nós mesmos que as criamos ou ajudamos a criar. A culpa nos tira força e nos joga numa posição de vítima de nós mesmos. Ela pede punição e dor, mas não oferece criatividade para reparar o que por ventura ficou mal arrumado.</p>
<p>Estamos numa era de auto responsabilidade, precisamos entender que somos nós mesmos que criamos os eventos de nossas vidas através de várias escolhas anteriores, em sua maioria, inconscientes. Vamos seguindo como cegos ao longo da vida, inconseqüentes, acreditando que não somos nós que materializamos as circunstâncias vividas. Dessa forma vamos montando ao longo da vida situações que às vezes são bem desagradáveis, daí culpamos Deus, os outros e por fim nós mesmos e ficamos apenas rancorosos e ressentidos sentindo fraqueza, pois culpa suga toda nossa energia. Mas não mudamos nada, pois achamos que não está em nossas mãos fazer mudanças.</p>
<p>A responsabilidade diz que temos poder de criar e &#8220;descriar&#8221;, de modificar ou restaurar. Ela nos dá força e criatividade para escolher novos rumos e lidar com as consequências das escolhas passadas, pois ela vem com consciência dos atos e opções. Dói muito menos e passa mais rápido.</p>
<p>Observe suas escolhas, assuma responsabilidade por elas e pelas conseqüências vindas daí e verá que com o tempo se sentirá mais forte para mudar sua própria vida.</p>
<p><strong>Blog Múltiplas Realidades<br />
Por @NandaBotelho</strong><br />
<strong>http://multiplasrealidades.blogspot.com/</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://waleskafarias.com/index.php/responsabilidade-x-culpa/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>ÂNCORA OU RAIZ?</title>
		<link>http://waleskafarias.com/index.php/ancora-ou-raiz/</link>
		<comments>http://waleskafarias.com/index.php/ancora-ou-raiz/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 15:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Compartilhado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://waleskafarias.com/?p=1178</guid>
		<description><![CDATA[“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão” (Fernando Pessoa) 
Se você é crescido o suficiente para ter experimentado o que a vida lança sobre todos nós, sabe que tempestades são fatores incontroláveis de desordem e perturbação e que, ainda assim, podem ocorrer com bastante freqüência. 
Quando sopram os ventos, o que mantêm as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>“Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão” (Fernando Pessoa) </strong></p>
<p>Se você é crescido o suficiente para ter experimentado o que a vida lança sobre todos nós, sabe que tempestades são fatores incontroláveis de desordem e perturbação e que, ainda assim, podem ocorrer com bastante freqüência. </p>
<p><strong>Quando sopram os ventos, o que mantêm as árvores no solo são suas raízes e os barcos nos mares, suas âncoras.<br /></strong></p>
<p>Ainda em plena tempestade ou na chegada da bonança, olhar para o passado auxilia a lembrar o que fomos e nossa história; mas, ficar preso a ele, pode vendar nossos olhos para a possibilidade de sermos o que ainda nem imaginamos ser capaz quando o futuro chegar.</p>
<p>Nesse momento, ser âncora ou raiz faz toda a diferença para o caminho que se pretende seguir. Âncoras, segundo o dicionário Aurélio, são “peças de peso conveniente que presas à extremidade amarram a embarcação no fundeadouro”. Raízes, por sua vez, são “a porção mais inferior de uma formação e mediante a qual, essa formação está firmemente unida a outra.”</p>
<p>Ter raiz e estar ligado ao passado não é um problema, pois é dele que se constroem novos paradigmas, mas a supervalorização dessa memória pode significar uma falta de perspectivas para o futuro.</p>
<p>Empresas e comunidades buscam um modelo holístico de relacionamento como resposta às tempestades separacionistas e reducionistas de um passado cartesiano. </p>
<p>Vivemos a era da conectividade, da co-criação, do netweaving de redes onde o universo não é mais fragmentado e o mecanicismo reduz os limites e potencialidades dos próprios seres humanos.</p>
<p>Ser âncora não deixa você navegar esse novo mundo. É preciso ser raiz e deixar nascer os novos frutos do futuro, usando o presente para o preparo do solo da transformação que será necessária em você, na sua empresa, no seu município, no mundo.</p>
<p>Faça a sua aposta em uma nova colheita e determine a energia necessária para minimizar os riscos da criação de novos valores, de uma nova imagem e um novo você.</p>
<p>Livre-se daquilo que pode até ter sido útil no passado, mas tornou-se um empecilho para construir e aprender o novo. Apague conhecimentos, atitudes, habilidades e preconceitos e abra espaço para se voltar para o futuro. Há muito o que desaprender. </p>
<p>Mas não se trata apenas de técnicas. Trata-se mais de postura, de costumes, do modelo mental que ainda prevalece na transição da era do conhecimento.</p>
<p>Assim, como as tempestades, as coisas passam e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Não por orgulho ou por incapacidade, mas porque simplesmente não se encaixam mais em nossas vidas.</p>
<p>Se for preciso, feche as portas e janelas para aguardar a redução do caos, mas em seguida, não tenha medo: volte ao terreno e cuide das raízes que mesmo ocultas esperam alimentar uma sociedade mais digna, ética e que respeite uns aos outros.</p>
<p>E lembre-se: “Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão” (Fernando Pessoa) </p>
<p><strong>ANA MARIA MAGNI COELHO<br />
Graduada em Pedagogia, com especialização em Gestão de Projetos pela FGV/SP e pós-graduação em Gestão do Conhecimento pelo SENAC/SP</strong><br />
<strong>@anamariacoelho</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://waleskafarias.com/index.php/ancora-ou-raiz/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Por Que Sobram Vagas Nas Empresas Se Falta Trabalho Para Os Profissionais?</title>
		<link>http://waleskafarias.com/index.php/por-que-sobram-vagas-nas-empresas-se-falta-trabalho-para-os-profissionais/</link>
		<comments>http://waleskafarias.com/index.php/por-que-sobram-vagas-nas-empresas-se-falta-trabalho-para-os-profissionais/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 17:33:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://waleskafarias.com/?p=1154</guid>
		<description><![CDATA[O Descompasso do Mercado de Trabalho Brasileiro
São recorrentes as reclamações nas empresas quanto à falta de profissionais qualificados no mercado de trabalho. Em contrapartida é crescente o número de profissionais com  qualificações, capacitações e especializações diversas pleiteando oportunidades de trabalho sem obter sucesso. Há algo de errado nesse esquma. Por que nossos profissionais desejosos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Descompasso do Mercado de Trabalho Brasileiro</strong></p>
<p>São recorrentes as reclamações nas empresas quanto à falta de profissionais qualificados no mercado de trabalho. Em contrapartida é crescente o número de profissionais com  qualificações, capacitações e especializações diversas pleiteando oportunidades de trabalho sem obter sucesso. Há algo de errado nesse esquma. Por que nossos profissionais desejosos por colocar em prática seus conhecimentos e experiências estão sendo absorvidos por empresas estrangeiras, como alternativa de trabalho?</p>
<p>O artigo “Barrados na porta” - Globo 30-05-10 - por Miriam Leitão, ilustra muito bem o caso quando cita: “As empresas reclamam de apagão de mão de obra. Brasileiros qualificados procuram emprego. São barrados por não terem experiência, ou por serem mais velhos, ou por não passarem nos burocráticos padrões de recrutamento. E as empresas perdem chance por discriminar.”</p>
<p>É fato que, nos dias de hoje, os jovens dedicam mais tempo aos estudos, deixando a busca por oportunidades de emprego para depois. Essa prática já sugere um obstáculo inicial, pois as empresas estipulam um tempo certo e a idade ideal para que o jovem profissional inicie suas investidas no mercado de trabalho.</p>
<p>Segundo dados da pesquisa para o artigo: <strong>Um dos entrevistados disse que aos 29 anos foi declarado &#8220;velho&#8221; numa seleção.</strong> Alguns se formaram num período em que o mercado de trabalho estava pior no Brasil. Foram para fora, hoje tentam voltar e não conseguem, apesar das habilidades valiosas adquiridas no exterior, entre elas, o domínio de idiomas.</p>
<p>Outro é técnico em informática, com experiência em empresas no Brasil e em Portugal. Procura diariamente emprego e não encontra. <strong>O que está errado com ele? Dizem que é a idade: tem 45 anos</strong>. Uma entrevistada de 28 anos e formada em marketing há seis anos, durante esse período, está procurando emprego. Cadastrou-se num site especializado que enviou suas informações para 7.234 empresas. Recebeu três retornos, mas acabou ouvindo, sempre, o desanimador: <strong>&#8220;você não tem o perfil&#8221;</strong>.</p>
<p>Na mesma situação, outro entrevistado formado em publicidade, está fazendo um MBA na FGV, mas não consegue o primeiro trabalho.<strong> Dizem que ele não tem experiência</strong>. Com base no mesmo artigo: “no Twitter, vários nos informam que as empresas em geral exigem 35 anos como idade máxima. Muita gente não consegue sequer enviar currículo porque as empresas estabelecem essa idade como limite. <strong>Quem tem 37 anos já seria &#8220;velho&#8221;</strong>.</p>
<p>Alinhando as constatações à premissa de Einstein que diz que “O saber é vivencial”, o que sobra como alternativa para alguém que têm como trunfo o conhecimento conquistado ao longo dos anos de experiência? E o que dizer àqueles que se dedicaram a conquistar o conhecimento técnico para adquirir maior valor ao ingressar no mercado de trabalho, mas ultrapassaram a “idade ideal” para estagiar, conforme os exemplos acima? </p>
<p>Há algo de errado nessa equação. A soma não fecha. Tempo de Experiência X Idade Mínima X Conhecimento Técnico X Habilidade Social X Idade Máxima X Chancela Acadêmica&#8230;</p>
<p>Quanto vale o conhecimento prático adquirido? A habilidade de relacionamento interpessoal pelo tempo de vivência no campo profissional? E aos que optaram por embasar-se melhor tecnicamente antes de ingressar nas empresas e fugiram à “idade ideal” para estágio”? <strong>O que fazer para conquistar o perfil ideal demandado pelo mercado de trabalho? </strong></p>
<p>São várias as observações por parte dos profissionais ressaltadas no artigo: </p>
<p>— “As empresas querem um profissional pronto, assim fica difícil encontrar alguma coisa.”<br />
— “Já tentei negociar salário, mas há muita discriminação contra a idade.”<br />
— “Se os recrutadores dessem retorno, eu poderia saber em que estou errando.”<br />
— “Às vezes dizem que sou muito qualificado para a vaga.”</p>
<p>E por fim, uma observação de um dos entrevistados que sintetiza parte da problemática vivida: <strong>“As empresas querem um profissional pronto, assim fica difícil encontrar alguma coisa.”</strong>Realmente, esse padrão de comportamento vai formando o estigma do “modelo ideal”, onde no final das contas, todos saem perdendo. O resultado atual reflete bem o caso: Sobram vagas e Faltam empregos.</p>
<p>Como bem arrematado por Miriam Leitão: <strong>Hoje, já se sabe que a diversidade é elemento essencial para a formação de uma boa equipe. O Brasil está reclamando de apagão de mão de obra com oito milhões de desempregados.”</strong></p>
<p>Urge nos preparar para o crescimento esperado sob o risco de perdermos oportunidades. É primordial que expectativas e necessidades envolvidas no processo sejam alinhadas. <strong>A “situação ideal’ nos distancia da realidade. A melhor saída é fazer o custo/ benefício da situação e adequar o cenário atual à nossa realidade.</strong></p>
<p><strong>Waleska Farias<br />
Coaching, Gestão de Carreira &#038; Imagem.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://waleskafarias.com/index.php/por-que-sobram-vagas-nas-empresas-se-falta-trabalho-para-os-profissionais/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Qual Imagem Você Espera Construir nas Redes Sociais?</title>
		<link>http://waleskafarias.com/index.php/qual-imagem-voce-espera-construir-nas-redes-sociais/</link>
		<comments>http://waleskafarias.com/index.php/qual-imagem-voce-espera-construir-nas-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 20:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://waleskafarias.com/?p=1148</guid>
		<description><![CDATA[Nos dias de hoje, todos nós, gradativamente, nos rendemos aos apelos das redes sociais. Empresas e profissionais que estão ao largo desse movimento, no médio prazo, pagarão um preço pela falta de interatividade e por andar na contramão das tendências do mercado. Afinal, ninguém cresce sozinho e nutrir uma boa rede de contatos tem suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias de hoje, todos nós, gradativamente, nos rendemos aos apelos das redes sociais. Empresas e profissionais que estão ao largo desse movimento, no médio prazo, pagarão um preço pela falta de interatividade e por andar na contramão das tendências do mercado. Afinal, ninguém cresce sozinho e nutrir uma boa rede de contatos tem suas vantagens. Participar de ambientes virtuais e tecer novos contatos virou quase uma obrigatoriedade. Sejam em situações sociais ou profissionais, surge sempre a pergunta clássica: “você está no Twitter, Facebook. LinkedIN , MySpace, Orkut ou..?</p>
<p>Aderimos às inovações virtuais para não corrermos o risco de ser o “diferente” do grupo. Independente dos diversos interesses relativos às necessidades e expectativas de cada um, acessar o universo das redes sociais nos traz a sensação de fazer parte de um mundo sem fronteiras, onde a viabilidade dos nossos objetivos, independente do quão distante possa parecer, resume-se apenas a uma questão de tempo. </p>
<p>As redes sociais viabilizam, também, o compartilhamento das informações, em curtíssimo tempo, contribuindo para o processo de divulgação de culturas e novos conhecimentos, através da troca entre grupos com interesses afins. Ao ampliarmos nosso nível de conhecimento potencializamos nossa conectividade, pois quanto maior o saber maior a abrangência de contatos.</p>
<p>Contudo, como em qualquer ambiente coletivo, seja ele virtual ou não, temos que nos certificar do nosso real propósito e estabelecer uma postura convergente com o que queremos conquistar. Mesmo que essa conquista refira-se apenas à aquisição de novos contatos. Nesses termos, uma estratégia de atuação definida e um mínimo de zelo pela própria imagem devem ser requisitos básicos antes de nos lançar às cegas nas redes sociais. </p>
<p>É estranho encontrar pessoas, como por exemplo, no “Twitter”, as quais tornam públicas suas rotinas pessoais, sem economia de detalhes, para milhares de “followers” com os quais não mantêm um nível de relacionamento que justifique essa conduta. Temos de zelar pela imagem como queremos ser vistos e lembrados. </p>
<p>Determinados pormenores da nossa vida pessoal devem ser comentados através de mensagens diretas, com aqueles com quem compartilhamos de certa intimidade, e não divulgados nas esferas das redes sociais. É mais prudente agir dessa maneira, pois devemos lembrar que investimos grande parte do nosso tempo na construção de uma boa imagem, e, às vezes, por um deslize, a comprometemos por uma vida inteira.   </p>
<p>Uma maneira de atuar com segurança e eficiência nas redes sociais é elaborar um perfil em linha com o tipo de relacionamento que você deseja trabalhar. Se sua opção for exercer relações de trabalho, assuma uma postura profissional e não ceda ao impulso de descontrair-se demais para não comprometer seu objetivo. </p>
<p>Lembre-se que uma boa imagem é construída dia a dia por cada um de nossos gestos e atitudes. Se “paredes têm ouvidos”, o que dizer das redes sociais. Portanto, cuidado com aquilo que você torna público! No mais, aproveite as inúmeras vantagens dos circuitos virtuais e “faça a diferença”.    </p>
<p><strong>Waleska Farias<br />
Coaching, Gestão de Carreira &#038; Imagem </strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://waleskafarias.com/index.php/qual-imagem-voce-espera-construir-nas-redes-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O Que Os Profissionais Brasileiros Esperam das Empresas?</title>
		<link>http://waleskafarias.com/index.php/o-que-os-profissionais-brasileiros-esperam-das-empresas/</link>
		<comments>http://waleskafarias.com/index.php/o-que-os-profissionais-brasileiros-esperam-das-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 21:56:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Waleska</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://waleskafarias.com/?p=1098</guid>
		<description><![CDATA[Cada geração de profissionais que ingressa no mercado de trabalho influencia o perfil das exigências em relação à importância dos atrativos e benefícios oferecidos pelas empresas. Há poucas décadas atrás, estabilidade, perspectiva de carreira com dedicação à empresa - “vestir a camisa” - e plano de aposentadoria ilustravam as preferências dos profissionais da época. 
Realizamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada geração de profissionais que ingressa no mercado de trabalho influencia o perfil das exigências em relação à importância dos atrativos e benefícios oferecidos pelas empresas. Há poucas décadas atrás, estabilidade, perspectiva de carreira com dedicação à empresa - “vestir a camisa” - e plano de aposentadoria ilustravam as preferências dos profissionais da época. </p>
<p>Realizamos uma pesquisa recente com grupo de 19 clientes - idade entre 19 e 52 anos - sobre suas expectativas profissionais quanto à proposta de contratação das empresas (Núcleo Coaching de Carreira – www.waleskafarias.com) e obtivemos como resultado as seguintes posições: <strong>desenvolvimento de um plano de carreira enquanto legado profissional, harmonia no ambiente de trabalho, boa interação com a equipe, proposta de benefícios, flexibilidade de horário e a possibilidade de acesso às redes sociais.</strong> </p>
<p>Convergente ao resultado do trabalho - matéria da Infomoney de13/05/2010 - por Camila Mendonça - estudo realizado pela Robert Half com executivos de 13 países, dentre eles o Brasil, aponta o que é relevante para os profissionais brasileiros em escala de prioridade: Aumento salarial na 1ª. posição com 56% dos votos. Já dentre as empresas, esse item não é tão importante, ficando em sétimo lugar na lista de prioridades, citado apenas por 19% das empresas brasileiras pesquisadas, onde conforme o estudo, mais vale manter os profissionais estimulados e garantir a qualificação deles que pagar bem.</p>
<p>O item benefícios extras assume 2ª. colocação com 50% dos votos. Treinamento é importante para 40% dos brasileiros entrevistados. Horário flexível é importante para 43% dos brasileiros ouvidos. Trabalhar em casa, também, é fator considerado por 37% dos entrevistados, enquanto que em países como a França e a Bélgica, esse índice fica abaixo dos 20%. </p>
<p>Quanto à utilização de redes sociais pelos executivos brasileiros, segundo matéria veiculada pela Você RH 19/05/2010 - estudo feito pela mesma consultoria com 375 executivos, mais de 90% dos profissionais de média e alta gerência usam redes sociais como ferramenta de trabalho e de contato com amigos e conhecidos. 46% dos entrevistados usam redes como Twitter, LinkedIn, Orkut e Facebook para relacionamento pessoal, enquanto 44% têm contato com esses meios digitais com fins profissionais. </p>
<p>Segundo o estudo, apesar da importância cada vez maior das redes sociais para os profissionais, as empresas em que trabalham ainda não possuem perfis nessas plataformas. A pesquisa mostra que apenas 20% das empresas onde os entrevistados atuam têm páginas em meios de relacionamento digital. </p>
<p>É possível que os dados apurados justifiquem, em parte, a crescente busca dos profissionais por oportunidades de trabalho como autônomos, através da criação de alianças e parcerias entre pessoas físicas e jurídicas que possibilitem uma melhor qualidade de vida e satisfação pessoal. </p>
<p>Dada a rapidez com que evoluem os processos no cenário das contratações profissionais no mercado de trabalho, é fundamental que haja um maior empenho das partes envolvidas no intuito de preservar as relações de trabalho e melhor integrar os interesses quando dos acordos entre empresas e profissionais. </p>
<p><strong>Waleska Farias<br />
Coach, Consultora de Gestão de Carreira &#038; Imagem.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://waleskafarias.com/index.php/o-que-os-profissionais-brasileiros-esperam-das-empresas/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
